segunda-feira, 9 de maio de 2016

Contos eróticos da Lu metal



Um segredo no centro da cidade



Ele chegou ao local combinado meio desconfiado, uma casa pequena, meio bucólica, feita num estilo que há muito não se via mais, escondida numa vila perdida no centro da cidade, quase um pedacinho de passado trancado no meio da modernidade das construções de concreto. Um portãozinho de ferro que rangia alto ao ser aberto, ele olha à sua volta, nada, nenhuma alma, o lugar parecia meio abandonado, com um pouco mais de medo ele continuou, uma escadinha que descia para um subsolo, poucos degraus, uma porta semi aberta dava para um porão escuro, vazio, ele mal conseguia enxergar os contornos do ambiente, foi entrando com passos curtos, como que tateando para entender o local, a curiosidade estava vencendo o receio, as promessas para aquele encontro o atraiam mais que o medo de que algo ruim pudesse acontecer, ele seguia pela sala, uma luz avermelhada iluminava uma porta, ele seguiu, sua respiração alterada mostrando a apreensão e a ansiedade, pensava nas mensagens recebidas durante a tarde, aquelas promessas o deixaram louco, era isso que empurrava o medo pra longe e fazia seu corpo pulsar na expectativa enquanto atravessava aquela sala escura.

_Hey! Tem alguém aí? – sua voz saia rouca, mais baixo do que pretendia

Chegou até a porta, parou diante do beiral, da parede oposta pendiam algemas, um chicote caído no chão, vários outros assessórios espalhados pelo quarto, em cima de uma cadeira peças de roupa, um espartilho, meias, botas de salto alto, ele deu umas batidinhas na porta, colocando só a cabeça pra dentro do ambiente iluminado fracamente pela luz avermelhada, sentiu algo em suas costas, não deu tempo de reagir, um capuz cobriu seu rosto, braços fortes o seguravam pelo pescoço

_Calma... – ele soltou como um gemido tentando se opor à força que apertava sua garganta – calma... eu fui convidado ... argh, me solta...

Ele tentava se soltar, enxergar alguma coisa por debaixo do capuz, se debatia, conseguiu ver só a pele negra de um antebraço musculoso, o ar faltava, ele era empurrado para dentro do cômodo, jogado no chão.
A porta bateu.

_ Chhhhhh, calma garoto – uma voz sensual falou, ele se viu solto e tirou o capuz, sua garganta doía, não havia ninguém no quarto.

_ Vista-se – a voz ordenou
_Não – ele respondeu num tom ameaçador se levantando do chão – Quero ir embora, abra essa porta ou eu... – tateando seus bolsos ele percebeu estar sem a carteira ou o celular que carregava, ficou mais nervoso ainda – Não vim aqui pra ser roubado – gritou

_Cala boca mocinho, você não é nenhum amador que eu sei – disse a voz num tom debochado – Vista-se ou meus amiguinhos vão fazer isso por você, você quer ajuda, bonitinho?

Ele andou até a porta fechada, forçou para abri-la, mas estava trancada, foi agarrado por trás e puxado, duas figuras fortes, dois negros esculturais o seguravam, sua boca foi amordaçada, sua roupa arrancada, ele foi algemado na parede, os dois o alisavam e caçoavam dele enquanto o vestiam com a roupa de putinha barata, era assim que se referiam a ele agora, putinha barata, ele não se debatia mais, tentava entrar no jogo, pensando numa maneira de escapar dali, não foi esse o combinado, ele marcara com aquela famosa que dançava pra ele quase todas as tardes pela internet, os caras fortes, negros como ébano, suados de tanto fazer força para conte-lo, tinham um cheiro forte, um cheiro tesudo, estavam brincando com ele agora, o viraram de frente para a parede.

_Tá mais calminho agora né bonitinho? – a voz falava perto dele, ele sentiu o hálito quente próximo ao rosto, sua cabeça pressionada contra a parede, várias mãos pelo seu corpo, uma língua no seu cu

_Meninos, podem brincar que eu quero ver essa putinha barata se gemendo toda, disse a voz, estalando um chicote.

Ele a viu sentada numa chaise longue, vestida de um colant, seu corpo esguio delineado pelo couro preto, meia arrastão até a altura das coxas presas por uma liga, as pernas longas, coxas grossas, salto alto, sentava com as pernas abertas, desleixada, com um risinho malvado de canto dos lábios vermelhos, ele foi colocado de bruços sobre a chaise bem à frente dela, seu rosto em meio às suas coxas, dava pra sentir o cheiro da buceta excitada brilhando úmida bem perto de seus olhos, um dos negros segurou sua bunda, abrindo as bochechas e lambendo, aquela língua grande, áspera lambuzava seu cu, ele deu uma gemida e sentiu a cabeça do pau encostando, abrindo espaço para entrar deslizando na baba, ele tentou se mexer mas foi seguro pelo outro negão, esse ainda mais forte, seus músculos rijos como fosse uma estátua de ônix seguravam suas costas.

Ela riu alto e o encarou segurando seu queixo

_Relaxa seu gostoso, relaxa que a brincadeira vai começar – com a outra mão ela segurava o cacete do cara, grande duro, preto, ela brincava batendo na cara dele o pau do nego, aproximava seu rosto forçando a lamber aquele pau, ela lambia junto, suas bocas se tocavam, as mãos grandes do negro segurava suas cabeças incentivando-os a chuparem juntos aquele pau que pulsava mostrando as veias latejantes.

Ele sentiu a dor aguda e prazerosa do pau fodendo seu cu, já estava mole, delirante naquela zoeira toda, o tesão dominava seu corpo, os cheiros, a buceta dela escorrendo gozo enquanto se deliciava no pau do outro cara, a mão empurrando sua cabeça para que a chupasse, o suor do negro escorrendo pelas suas costas.

Eles o deixaram mais livre, e as trocas foram acontecendo, os suores aumentando, os cheiros se misturando, ele agora sentado, gozado, seu pau duro, rosa, grande, cabia inteiro na boca, ela chupava gostoso, com vontade, lambia tudo desde o saco, engolia as bolas dando uma sugada forte, abocanhava a cabeçona que babava dando sinais de que ia explodir de porra. Ela sentou-se por cima dele sentindo o cacete entrando fundo, mas ela queria mais, chamou um dos meninos de ébano para entrar em seu cu, os dois ao mesmo tempo, bombando forte, ela urrava de tesão, quase desmaiando de gozo, ele chupava seus peitos, o nego batia em sua bunda, era muita mão, muita saliva, muita porra, muito tesão.


Ele saiu pelo portão rangente já de madrugada pela vila deserta, caminhando pelo centro da cidade.



Lu Metal é uma ativista, feminista, romântica incurável que acredita num mundo onde todos sejam livres, e enquanto isso escreve estórias.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Este está picante!!!! 

(corações fracos não entram....)

     






Contos Eróticos da Lu Metal


Carnaval

O carnaval amanheceu num céu azul e um sol que prometia calor de sobra. A cidade que mal se acostumou com o carnaval na rua estava experimentando dias de libertação gloriosa com as ruas dominadas pelas pessoas assanhadas em busca de diversão e libertinagem.
Sol a pino, um calor de uns 40 graus, uma pequena multidão de gente muito alegre dançando atrás do bloco. Transformando em literal a letra da música que mandava todo mundo se embolar em chuva, suor e cerveja, é certo que a chuva era apenas um dos desejos do bando folião, à flor da pele coberta de suor e glitter os desejos transpiravam.
Na festa onde a lascívia é temática, corpos suados se esfregando embriagados, seminus brincando de se provocar seguiam tresloucados pela avenida. Ali no meio, 3 figuras perdidas no tumulto, sem saber serão personagens centrais dessa estória. Ela, alta, morena, magra, coberta por uma cabeleira cacheada que molhada colava no corpo que vestia somente um top e um shortinho, deixando à mostra como uma asa delta as alças da calcinha, provocativa como uma periguete em baile funk, ali sambava jogando uma garrafa de água gelada na cabeça, espantando o calor, espalhando o glitter que cobria o corpo aumentando o dourado que bronzeava a pele e aumentando ainda mais a sensualidade. Ele, branquinho, mas ostentando um bronzeado bonito, não muito alto, músculos definidos, peito com poucos pelos, canela fina, mas a perna gostosa e uma bundinha linda. Usava um vestidinho de chita, saia curta rodadinha mostrando a calcinha fio dental, uma meia que vinha até o meio das coxas, rasgada desfiada, feito uma putinha rodada de beira de estrada. Um pouco mais adiante ele, objeto do desejos dos outros dois, negro, alto, brilhava seus músculos torneados como se fosse uma escultura feita em ônix, rosto de traços delicados, cabeça careca reluzente, espaldar aberto, pernas grossas, vestia um sarongue com padrões africanos, era quase uma entidade de tão belo.
Cada vez mais embriagados tanto do excesso de cerveja quanto do embalo pagão da festa, ali soltos se embolando, desejando, suando, beijando, perdidos descendo a Avenida Rio Branco. A putinha toda assanhada apalpava os corpos ao seu redor, foi se chegando sorrateiramente pros lados do negão que já a observara. No embalo do divino e maravilhoso não prestavam nenhuma atenção, só queriam mesmo era ver o refrão, ele levantava sua saia roçando o volume cada vez mais firme sob o sarongue, segurando os quadris rebolantes do branquinho todo serelepe na pele de rameira. A periguete enquanto isso observava divertindo-se com a cena sambando no meio da rodinha de gostosos.
Chegando no Paissandu a brincadeira já estava pegando fogo, o negão também descobriu a periguete e o trio se divertia explodindo sensualidade e tesão já meio esquecido do bloco, se desviou prum canto sossegado, buscando mais cerveja, um baseado e menos olhares.
O branquinho, todo tesudo e galante os levou a um hotelzinho de quinta ali na S. João onde a festa, agora atrás de portas fechadas caiu na libertinagem.
_tá assanhada hoje né putinha, a periguete falou agarrando o branquinho contra a parede lambendo e mordiscando sua orelha enquanto sussurrava
_estamos sua gostosa, ele falava e arrancava o top e lambia seus peitos suados, levantando o braço para sentir seu cheiro.
O negão que não era de muita fala, se chegou no meio, lambendo primeiro a nuca do branquinho depois a língua dela.
Deslocaram-se para a cama, se despindo aos poucos, se excitando muito, ela se escorregando pela cama enquanto tirava o shortinho, ele vindo de gatinho por cima cheirando e lambendo sua buceta, que a essa altura já escorria gozo, foi impedido pelo negão de tirar o vestidinho
_fica com ele, quero comer seu cu assim putinha vadia, falou ando um tapa em sua bunda e arrancando a calcinha como se fosse um trapo. As mão fortes seguravam seu tronco, abriam suas pernas alisando como se admirasse um pernil no açougue. O cacete grande, preto, duro, ia entrando, abrindo espaço, penetrando num misto de dor e gozo, ele geme
_geme, geme seu gostoso, a periguete fala enquanto se arrasta por baixo dos dois e vai lambendo o corpo, o pau duro quase gozando do branquinho, as bolas do nego batendo na sua testa e as do branquinho na sua boca, sugando forte.
_Tá gostoso né sua puta, diz o nego dando um tapa forte na bunda do branquelo, bombando o cacetão cada vez mais forte, enfia essa cara na buceta que eu quero ouvir essa periguete gritar com minhas bolas na boca.
Ela se contorce de gozo, quase sufocando com a boca cheia do saco preto, o branquinho quase sufocando de gozo com cacete no rabo e a boca na buceta, o negão bombando a pica forte.

O suor escorrendo pelos corpos moles de prazer, derretendo eles se embolam pela cama, o negão agora quer a mina, o branquinho também, eles se embolam a penetrando por todos os buracos, um lambendo seus peitos outro sua nuca, as bocas se misturando numa sopa de baba, ela se enchendo de porra pelo cu e pela buceta, dois paus gigantes, três corpos misturados como um caldeirão libertino.

Lu Metal é uma ativista, feminista, romântica incurável que acredita num mundo onde todos sejam livres, e enquanto isso escreve estórias.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Mais um conto erótico da nossa querida Lu Metal............delicia!!!!


Cidade Grande


               Cidade grande, fim de tarde, correria, todo mundo corre, corre pra pegar o trem, o metrô, o ônibus, corre pra chegar em casa, pega fila, muita gente, gente por todos os lados, quase ninguém se vê, todo mundo tem pressa, todo mundo tem alguma coisa melhor pra fazer, pensar, viver que não seja aquilo.
Ela conseguiu um lugar pra sentar, muita sorte, aquele metrô cheio, sentou, olhou em volta, segurou os cabelos abaixando a cabeça, procurando o celular na bolsa, quando notou no canto oposto do vagão o moço olhando na direção dela, disfarçou olhando pro celular e o procurando de rabo de olho, “será que ele tá olhando pra mim?” pensou, “ bonitão ele, não deve ser pra mim, mas ele não para de olhar pra cá”. O moço, olhos castanhos, olhar sedutor, talvez da mesma altura que ela, tronco largo, peito aberto, uma camiseta azul clara com gola V que deixava ele muito bem, calça jeans marcando uma bunda deliciosa, “gostoso!”, pensou virando o rosto correndo com um sorrisinho, “ele me viu olhando”.
Ele entrou no metrô seguindo o fluxo, a manada de gente que segue, um atrás do outro, aquele bando de gente sem rosto brigando pra conseguir menos de um metro quadrado de espaço no vagão.  Olhou em volta, viu a moça sentando-se do outro lado do vagão, “gostosa”,
Cabelos encaracolados, corpo magro, peitinho, bundão redondo, “Do jeito que eu gosto”, não tirava o olho dela, percebeu que ela estava retribuindo olhares, tímida e já estava pensando em como chegar mais perto, adorava esse charme tímido, isso o instigava, já tinha esquecido até do destino, agora ele queria chegar mais perto dela. Já imaginando seu cheiro, sua pele, sua voz.
Ele não parava de olhar, e ela retribuindo, agora estava se divertindo com o flerte, pensando naqueles braços a envolvendo, aquela barbinha por fazer roçando no pescoço, vagou um lugar do seu lado, ele se mudou imediatamente, os alto-falantes anunciavam a próxima estação, “Droga, vou descer na próxima estação!” pensou ele sentando-se ao lado dela, “que cheiro bom o dele” pensou ela sentindo o aroma que se desprendia do seu corpo.
A porta fechou, ele respirou fundo, olhou pro lado, ela olhou pra ele
_Vou descer na próxima parada, vem comigo.
Levantou-se e foi pra porta.
Atônita, ela ficou paralisada uns segundos, perdida entre a vontade de levantar e ir atrás, e a perplexidade que a mistura arrogante, meio petulante e incrivelmente charmosa desse cara, essa boca dele, o olho faiscante olhando direto no seu, “Que tesão” ela pensou, “Ah, foda-se, eu não vou perder uma transa por conta de pensar demais”.
A porta abriu, ele saiu, ela foi atrás, ele não olhou pra trás nenhum momento do trajeto, como se tivesse certeza de que ela vinha, ela andava atrás entre o tesão e a raiva, ele parou em frente um portão, olhou, deu um sorrisinho cínico, certeiro, e entrou.
Ela foi atrás, subiu uma escada que levava à um quarto independente da casa, no andar de cima, uma casa legal, um jardim, um pé de maracujá, entrou no quarto, fechou a porta atrás de si, largou a bolsa num canto, quarto amplo, uma TV, uma cama grande, ele se aproximou num ímpeto, beijo bom, mãos firmes que a seguravam forte, pegada, saliva, sem roupa se jogaram na cama, ele a lambia com fome, e, nossa, fazia isso muito bem, ela gemia alto, ele subiu lambendo sua barriga, ela transpirava, pegou seus peitos, seu toque era firme e delicado, ele chupava seus mamilos, ela suspirava e gemia baixinho, puxando sua cabeça, querendo sua boca, lambia e mordiscava sua orelha, a barba arranhando seu queixo, seus corpos suados colando, o movimento ganhando ritmo, o pau grande dele entrava nela abrindo espaço, chegando fundo, o tesão os invadia, chegando naquele ponto  que nada mais importa, o gozo tomando o cérebro, eletricidade correndo nas veias, ele sussurrava sacanagens em seu ouvido enquanto bombava, sua buceta escorria, o gozo quente se misturando aos suores, pentelhos se entrelaçando, o cheiro de sexo, ela gemia alto.
_geme sua safada, gosta da rola grande né?
_ gosto, mete, mete gostoso esse pausão, me faz gozar gostoso

Ele a virou de quatro, ajeitando seu corpo já mole de prazer solto em suas mãos, se encaixou nela, roçava sua barba em suas costas, cheirava seu corpo suado como quem cheira uma fruta saborosa, mordia seus ombros subindo em mordiscadas leves até a nuca, seu pau entrando de vagar pelo seu cu, suas mãos firmes conduziam seu quadril, o cacete entrava, ele respirava forte, suas mãos brincando com seu grelo, ela gemia, ele bombava e a massageava, ela gritava de tesão
_ vou gozar

Eles falaram quase em coro, seus corpos quase desfalecidos esparramaram-se pela cama, arfando, como que percorridos por um choque de 220 volts.


Nenhuma palavra, ela se levantou, se vestiu, deu-lhe um beijo na boca e se foi.



Lu Metal é uma ativista, feminista, romântica incurável que acredita num mundo onde todos sejam livres, e enquanto isso escreve estórias.

segunda-feira, 11 de abril de 2016


Sobre Meu Ensaio Plus Sexy







"Este foi o presente que ganhei do meu marido. No começo achei fazer um ensaio sensual um pouco constrangedor. 

Mas com a ajuda destas profissionais maravilhosas, percebi que o ensaio é muito mais do que isto. Pelo olhar do outro nas lentes, pela descontração que esta  equipe maravilhosa me proporcionou na hora das fotos, tenho a dizer que foi uma experiencia única e maravilhosa.

Todas as mulheres deveriam fazer um ensaio sensual que significa muito mais do que fotos: significa melhorar relacionamentos, auto estima e conhecer melhor seu próprio corpo. 

Vamos celebrar a vida! Venha ter esta experiência também!"

Patty

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Sobre um final de semana erótiKo


Erotika fair 2016
por Lu Metal

Cheguei para a minha primeira Erotika Fair como quem chega à Disneylândia, pronta pra
ver e experimentar tudo o que desse, e doida pra correr e vir contar tudinho pra vocês.
Começando nas preliminares fui olhar os produtos da Pepper Blend, que tem uma linha
muito legal de comestíveis, produtos para sexo oral, desses que a gente sente uma
sensação geladinha, ou bem quente, a novidade desse ano é o gel Fusion, que é feito
com jambu, uma plantinha mágica que deixa a boca eletrizante, estimulando as mucosas
tanto da boca como também em todos os outros lugares do corpo, pra deixar o sexo oral
melhor ainda, a sensação é tão boa que eu uso mesmo quando estou sozinha pra fazer
aquela siririca caprichada.



Falando em siririca cheguei babando no stand da Doce Sensualidade, uma loja maravilhosa que fica na Vila Mariana em SP e também no http://docesensualidade.com.br/
O conceito dessa sex shop é totalmente inovador, um atendimento direcionado para que até os mais tímidos se sintam à vontade, já eu que sou mais atiradinha me esbaldei conhecendo um mundo de vibradores e masturbadores deliciosos e melhor com preços legais viu!


Das coisas que me deixam mais doida são as roupinhas, lingeries e acessórios de Fetiches
para dar aquele climão burlesco, adoro uma safadeza temática e às vezes até me arrisco num BDSM, sabem aquela coisa de chicotinho e algemas, porque a fantasia não tem
limites!
A Doce Sensualidade tem uma variedade tão ampla de produtos que nem consegui fazer
uma seleção de tops pra comentar aqui, a dica é vocês irem conhecer a loja toda!

E já que chegamos no mundo das fantasias parei pra conversar com a Mayanna
Rodrigues, quem gosta de curtir um pornô certamente já ouviu seu nome, ela agora está
com uma produtora, a We Porn, que propõe um uma nova estética pornográfica, com
filmes mais orgânicos que agradam publico de todos os gêneros, eu achei genial, porque
vamos combinar né amigas, tem horas que cansa de ver aquele pornozinho básico
repetitivo, a gente quer ver o tesão na tela numa cena legal não é mesmo?



Por isso que tanta gente ama o Sex Log, um dos stands mais movimentados da feira, e um portal que proporciona o encontro tanto real quanto virtual de uma galera que curte
uma safadeza, ou mesmo que só quer abrir a sua câmera e conhecer gente boa. Durante
a Erotika Fair 2016 o portal levou varias atrações para seu stand, com demonstrações ao
vivo na internet e conversas com muita gente interessante.
E passeando pelos stands da Erotika Fair 2016 conheci a Paula Ferrari da ONG Essas

Mulheres, criada pela Marcia Gori em São José do Rio Preto, interior de SP, a ONG tem
como um de seus objetivos a inclusão de pessoas portadoras de deficiência no mercado
de entretenimento. http://www.essasmulheres.org/

A Paula, que junto com a empresa THEA eventos, capacita portadores de deficiências
para trabalhos em eventos e feiras, como a Erotika Fair, valorizando a capacidade
profissional acima de qualquer deficiência.
A THEA trouxe para a feira diversos profissionais, trabalhando da recepção à produção, e também participando dos desfiles, como a Gata de Rodas que arrasou no espaço
fashion, junto com os Striper Boys e as gatas plus da QueseDanis esbanjando simpatia

desfilando os modelos sensualíssimos
da Fique Linda Lingerie especialista em deixar toda gata ainda mais sexy.
Falamos sobre muita coisa, principalmente o fato de que estamos mudando aos poucos
nossa visão de mundo, e enxergando a beleza também na diferença, pois existe sim muita beleza e sensualidade em todos nós.
Foi bastante legal ter participado da Erotika Fair 2016, entrar mais em contato com o mundo onde sexo é divertido e natural, conhecer produtos que deixam nossa vida mais

quente e saborosa porque nada mais legal do que brincar e estimular nossas fantasias, e
não percam no ano que vem, eu certamente estarei lá de novo!


Edição e Direção: Flavia Angi
Foto: Plus Sexy/ Keka Estelles

QueseDanis: https://www.facebook.com/quesedanis/
Striper Boys: http://striperboys.blogspot.com.br/
Gata de Rodas: https://www.facebook.com/gataderodas
Pepper Blend: http://www.pepperblend.net/produtos/1
Fique Linda Lingerie: http://www.fiquelindalingerie.com.br/
THEA: http://www.theaeventos.com.br/
ONG Essas Mulheres: http://www.essasmulheres.org/
Doce Sensualidade: http://docesensualidade.com.br/












quinta-feira, 24 de março de 2016

Nós da Plus Sexy Ensaio Sensual estaremos coladinhas com nossas queridas amigas Quesedanis na Erótika Fair 2016, dias 01, 02 e 03 de abril!!!! Delicia!!!!


#Quesedanis, sem medidas para o prazer!



Nossas consagradas Coelhas Plus Size estão com tudo!!! Tem a estréia de novas personagens para a Erótika e desfiles de Lingerie para mulheres de curvas generosas Dani Hot e Dani Candy são a referência de sensualidade feminina.
Representantes do universo Plus Size, elas são a prova de que estar a cima do peso não impede ninguém de se amar, ser feliz e experimentar doses extra large de orgasmos e gargalhadas.
Dani Hot (interpretada por Daniela Cunha) representa a mulher
ousada e determinada e Dani Candy (Daniela Maggah) representa mulheres elegantes, românticas e sonhadoras.









Shows Erotika Fair 2016



Dia 01/04


Quem nunca teve um anjo bom dando conselhos e um

anjo endiabrado ao pé do ouvido?

Irreverentes, sensuais e performáticas Dani Hot e Dani

Candy serão as "AnGGels". Com muito bom humor

essas anjinhas tamanho GG darão um drible na baixa

estima que insiste assolar a sociedade com a "ditadura

da beleza"









Dia 02/04

Quer desabafar e não encontra ninguém que te ouça?

Levou um chifre ou tem problemas de ereção?

Dra. Candy está pronta para te atender junto com sua

enfermeira Hot Pahola que irá medicar a galera da

Erotika Fair.



Dia 03/04


Gozen, uma aventura broxante. 

Interpretando Delsa e Shana, as meninas 

farão a temperatura e outras coisas subirem na Erotika 2016.













Créditos das fotos - Equipe Plus Sexy: Flavia Angi & Keka Stelles
Make & Beauty : Leandro Mazetty



terça-feira, 22 de março de 2016


Depoimento da nossa gata Plus Sexy.............. Marlene







“Tanto fotógrafa quanto a produtora me deixaram
muito à vontade, estava me sentindo uma verdadeira estrela. Elas captaram a minha alma, a pessoa que eu realmente sou, me senti linda, importante....como se estivesse em minha própria casa!!!”(Marlene)


quinta-feira, 10 de março de 2016

Sabe quando você está lendo um livro ou vendo um filme e pensa:

“Ah... poderia ser eu nessa estória”

Agora isso é possível aqui na Plus Sexy!

Você me conta como quer, como você é ou imagina ser e eu transformo tudo num conto sob medida pra você. E para o pacote ficar completo juntamos a essa mistura um conjunto de 5 fotos suas feitas num estúdio como sua imaginação mandar!
Venha viver essa experiência, vai ser sensacional!
 
Lu Metal é uma ativista, feminista, romântica incurável que acredita num mundo onde todos sejam livres, e enquanto isso escreve estórias.
Vamos ao primeiro conto!
Aproveitem!!!!



Olhar de Fogo



Exausta, ela caminhava por uma vereda afastando-se um pouco da clareira onde estava seu grupo. A batalha sangrenta durou toda a noite, o cheiro doce do sangue que ainda cobria seu corpo a inebriava, estava tonta. Se sentou aos pés de um carvalho com o rosto sob as mãos, ofegante, precisava se acalmar, precisava deixar os deuses da guerra irem....

 Acordou sobressaltada, despertando mais uma vez do mesmo sonho, olhou em volta de si e demorou a reconhecer seus aposentos, recostou-se inspirando lentamente, fechando novamente os olhos, o sol deveria nascer em pouco tempo o que significava que ela tinha somente poucos instantes ainda na cama, seu corpo doía, já não estava mais acostumada a dormir em uma cama, inspirou longamente pensando em como sua vida tinha mudado no ultimo ano.



Ela, Cailean, nascida do casamento sagrado, Filha da terra, criada na casa do bosque sob os cuidados da grande Nina, a Velha, a sacerdotisa mais poderosa da região, sábia, sensata, severa e de uma perspicácia assustadora. Cresceu entre algumas liberdades rebeldes e a pressão do destino, construiu-se entre duvidas, ela sempre fora relutante quanto à sua missão como guardiã do bosque sagrado, sabendo que nunca teve escolha, era seu destino.

Um destino coberto de mistério e, mesmo com todas as certezas, nem a Velha sábia conseguiu prever onde ele a levaria:



_ O futuro não será fácil para você menina, mas você receberá sua recompensa, fique sempre atenta querida, sempre atenta à palavra da Deusa, sempre atenta aos sinais, confie na sua intuição e você encontrará.



As palavras ditas em seu ultimo encontro, quando ela, Cailean, assumira a liderança do grupo.  Sentia muita falta de seu aconselhamento, quando a deixou na cabana e seguiu seu destino ainda não sabia que nunca mais a veria, os deuses não nos testam por acaso, pensou relembrando todas as tramas do tempo que a levaram até ali, sorriu ao pensar naquele dia, nos sinais, em como tudo mudou...



O dia começou como mais um de todos os vividos naquelas épocas, o grupo seguia em sua peregrinação pelos lugares sagrados do bosque, a roda do ano os guiava para a clareira de Badb, era preciso chamar as deusas da guerra. A guerra estava próxima, o clima sombrio, as árvores sussurravam alertas todo o tempo, Cailean ia à frente, montada em seu cavalo negro, sua capa feita em um tecido pesado colorido de azul caia pelos ombros deixando a sua silueta ainda mais alta, os longos cabelos cacheados formavam uma aura dourada que refletia os raios do sol, uma figura poderosa, a aura da grande Deusa pairava sobre ela e ela guiava o bando pela trilha num estado de quase transe. Os poucos homens que as acompanhavam eram servos de uma linhagem muito antiga no serviço das guardiãs do Bosque, especialistas em descobrir as trilhas secretas pela floresta e em farejar inimigos de muito longe, iam como batedores para garantir a passagem das mulheres em direção à clareira sagrada quase despercebida de quaisquer forasteiros que estivessem perdidos por aquelas bandas, ou um soldado inimigo em busca de novos saques.



O grupo era de umas cem mulheres, guerreiras, sacerdotisas, protetoras da tradição antiga, subdividiam-se organizadas em torno da manutenção dos acampamentos e as celebrações durante o ano migrando pelo circulo no Bosque sagrado.

Nestes tempos duros o inimigo rondava e uma aura de terror girava em torno destas mulheres, vários rumores de homens que tentaram dominar as terras do bosque e foram enfeitiçados, mortos e tiveram seus pênis arrancados e expostos nas entradas da mata, próximo ás vilas.



Anne, estava sempre ao lado de Cailean,  bochechas rosadas cheias num rosto claro e redondo emoldurado por seu cabelo liso e escuro como a noite somados aos olhos azuis que brilhavam como duas estrelas,sempre estampando um sorriso que dava a ela um ar jovial e alegre. Ela garantia que tudo corresse organizado nos acampamentos, garantia que Cailean sempre tivesse o apoio necessário para a sua liderança, dentre conselhos, carinhos e ingredientes.



_Por favor, querida - disse Cailean para Anne enquanto desmontava de seu cavalo e tirava o pesado manto - peça para que montem minha tenda um pouco mais afastada do acampamento - o olhar insinuava que queria sua companhia à tarde, quando todas teriam uma folga antes da cerimônia noturna, Cailean falava muito com o olhar – Vou dar uma caminhada ao redor da clareira.



 Anne sorriu a olhando nos olhos, segurando o manto e as rédeas dos cavalos para levá-los ao lugar de pasto e descanso. Saiu falando com as outras, delegando as funções.

Cailean seguiu por entre as árvores procurando ervas, ou talvez uma passagem para o mundo das fadas que a tirasse dali.

Um estalo na mata. Ela virou rapidamente a cabeça. Ele estava paralisado, mal respirava.

Os olhares travados.

Um instante congelado no tempo.

Um homem alto, musculoso, cabelos escuros, barba curta, olhos negros e um ar de mistério, certamente havia se perdido na mata, parecia fugindo, seu semblante não era característico do povo antigo, tão pouco parecia ser do povo das vilas, de seu cinto pendia uma espada, um invasor! Ela lentamente levou a mão ao cabo de sua adaga na cintura. Ele não se moveu.

Olhares travados.

Aquele rosto, ela não sabia o que pensar direito, tinha plena certeza de já tê-lo visto e certeza absoluta de que nunca o vira em toda a sua vida, em outros momentos ele já estaria morto depois de todo esse tempo, ela estava imóvel, não conseguia sair daquele olhar, seu coração batia acelerado, imagens como que de lembranças muito antigas atravessavam sua mente, desejo, poder, ela não conseguia sair daquele olhar.

Um vento súbito jogou os cabelos sobre seus olhos, levantou as folhas secas do chão, trouxe um perfume de papoulas e levou o homem.

O toque de uma mão em seu ombro, ela gira com a adaga na mão e quase acerta o rosto de Anne que salta para trás assustada

_O que está acontecendo?

Cailean respirou fundo para se recuperar, guardou a adaga repassando toda a cena, teria sido uma visão? Não, ela tinha certeza que ele estava lá, ainda olhou em volta, tinha sumido, certamente seria capturado pelos homens guardiães, não precisaria preocupar ninguém com isso por enquanto, olhou para Anne que estava assustadíssima com os olhos arregalados à sua frente e se encheu de ternura, não conseguia imaginar como seria sua vida sem ela.

_Desculpe querida, as visões ficam mais fortes em épocas de guerra...

_A refeição está pronta Senhora, disse Anne com as bochechas ainda mais rosadas do susto.

_ Já te disse que não precisa me chamar de senhora quando estivermos a sós, Cailean se aproximava fazendo uma carícia em seu rosto

Anne desvia o olhar com uma certa timidez inclinando a cabeça e falando entre dentes

_É que não estamos tão à sós, senhora- disse olhando na direção do acampamento de onde já surgiam as outras garotas.

Cailean se afastou com um sorriso sarcástico nos lábios, Ela se divertia com essas situações, foi em direção as garotas

_Vamos comer meninas, vamos comer nossa ultima refeição antes da cerimônia da guerra, agora nos fartamos de pão, mel e cerveja, a noite o sangue de nossos inimigos será o alimento de Badb.

Um almoço farto, uma tarde lasciva, a concentração para o ritual, a clareira iluminada com várias fogueiras, o aroma dos coelhos assados, os baldes com seu sangue no altar, a presença da Deusa dominava seu corpo, os tambores marcando um compasso ritmado, as mulheres nuas em um circulo dançavam ao seu redor, os espíritos da floresta dançavam com elas, os tambores marcavam o ritmo, as mãos molhadas no sangue de coelho pintavam seu corpo, a deusa pedia mais, ela dançava ao redor do fogo, por entre as servas, todas dançavam, o fogo tremia, os tambores aceleram o ritmo, palavras proféticas saíam de sua boca, ecos dos espíritos antigos, uma força arrepiou sua nuca e a fez parar, olhares fixos na direção do grande carvalho à borda da clareira, O homem, nu, ereto, seu corpo torneado por músculos estava pintado de verde, galhos enfeitavam sua fronte, fogo saia por seus olhos.

O circulo de mulheres se abriu para que ele entrasse, ele agora dançava ao seu redor espalhando o sangue vermelho sobre seus seios e seu sexo, as mulheres seguiam também nessa roda agora cobrindo também o corpo do consorte.

Olhares travados, a pouca consciência que restava em sua mente o reconheceu, a cerimônia prosseguiu levando todos ao êxtase, sobre o altar o consorte a possuía, a deusa em seu estado Maximo gritava por sua boca, as mulheres em circulo também atingiam êxtases de prazer.



O alerta dos guardiães, o ataque, uma batalha sangrenta, seja pela proteção da cerimônia, seja por uma infelicidade dos atacantes, a batalha durou por toda a madrugada, muitas baixas no bando, derrota dos invasores, um amor, um reino.



Ela se levantou espreguiçando-se para ver se a dor saia, foi até o lavatório jogar uma água no rosto, olhou de relance o vestido que a aguardava, piscou, balançou a cabeça como que para se despertar, um arrepio a percorreu com o pensamento de que dentro de algumas horas se casaria e seria coroada como rainha.

A imagem daquele olhar no meio da mata de anos antes, a imagem daquele homem dos olhos de fogo possuído pelo deus da fertilidade a tomando no altar, a imagem do guerreiro que surge para salvar sua vida na batalha mais sangrenta da história. A descoberta de que ele era o rei, uma paixão fulminante. Um destino que se cumpre

Anne entrou no quarto silenciosamente.

_ mas olha só! Já de pé Senhora – disse mal contendo o riso irônico

Um abraço apertado cheio da amizade cúmplice que as unia por toda a vida, olhos cheios de lágrimas, um olhar que tornava as palavras desnecessárias.