quinta-feira, 30 de junho de 2016


Momentos

por Lu Metal

Um dia cheio, uma cabeça cheia, ela precisava de um momento, um tico de tempo que fosse para se encontrar, botar a cabeça na nuvem, pensar em nada, se sentir. Abre a ducha, o vapor começa a tomar conta do pequeno cômodo, aos poucos as preocupações vão ficando no canto do chão, assim como suas roupas.
A água quente do banho escorre lenta pelo seu corpo, seus olhos fechados, as mãos que deslizam na espuma, os poros abertos, sente os braços, as pernas, passa a mão pela bunda, sente o cu, passa pelas coxas, se arrepia toda, os dedos correm pelas dobrinhas crispadas de seu corpo, a respiração fica arfante quando a mão encontra a buceta, abrindo os lábios carnudos, a pele sensível, os pelos entrelaçando pelos dedos que suavemente tocam o grelo, um estremecimento lhe percorre o corpo, um calor que vem de dentro, a água quente que corre pela nuca, o azulejo gelado que apóia a testa, os movimentos que se intensificam, passando do suave passeio ao estímulo frenético, a mão que acaricia o peito, aperta os mamilos, um suspiro profundo, um gemido gostoso, a cabeça viajando em cenas tesudas, lembrando daquela cara de fome quando ele a olha com desejo, o olhar lascivo da colega, escutando de novo a voz que dizia baixinho no seu ouvido todas as safadezas que a enlouqueciam, sentindo o cheiro que seu corpo exala, que lembra o cheiro dele, misturado ao perfume do sabonete barato, ela sente com se voasse atravessando momentos de puro tesão, momentos de passado, momentos que nunca existiram, não importa, ela é a única que importa agora, ela e aquela água quente que a jogava dentro de seu próprio paraíso onde o gozo é garantido, seu corpo mole apoiado na parede, as pernas que bambeiam, aquele pau grande que não sai de sua memória, a ânsia que um dia beijou sua boca, chupou sua buceta, onde agora sua mão safada sabe encontrar os pontos que a fazem gemer mais alto, seus dedos sentem o canal vaginal espremendo, pulsando com o toque na parede aveludada, o dedão que estimula o clitóris, a baba que escorre da buceta preparando para o orgasmo que chega como uma descarga eletrizante. A mão não para, ela quer mais, precisa de mais um gozo, quer sentir, as pernas fraquejando, ela escorrendo pela parede do banheiro, geme mais alto, sente seu grelo pulsando, os dedos o apertam suavemente, o jato de água dá a sensação de uma língua, das melhores sensações que pode existir, uma língua quente e esperta que lambe e aperta, o segundo gozo é mais forte, seu corpo treme, o mundo deixa de existir.
O perfume suave do creme que espalha por todo o seu corpo quente, conservando a umidade, fazendo com que sinta cada pedacinho do seu corpo, cada toque gera pequenos choques, o prazer vai soltando seus músculos, revigorando sua pele, entrelaça os dedos pelos cabelos molhados, solta os cachos, balança a cabeça, as gotas respingam gelado naquele ambiente evaporado, a imagem embaçada no espelho, o reflexo de seu brilho.

Renovada se envolve no felpudo roupão, sai flutuando na lufada fresca do vento que entra pela janela, inspirando fundo, de olhos fechados 


Mais estórias da Lu Metal http://lumetalnoar.blogspot.com.br

Foto e Produção: Flavia Angi



terça-feira, 21 de junho de 2016


Mais um conto da Lu Metal..........




por Lu Metal





A festa acontecia no entorno de uma jacuzi que mais parecia uma piscina, tinha uma pista de

dança e um bar, bastante gente também, alguns poucos, como ele ainda vestidos, meio

tímidos, os outros mais descontraídos se jogavam na pista completamente nus.

Ele observava de um canto do bar, encostado no balcão, uma dose de whisky, um cigarro,

olhos passeando por todo o ambiente, a diversidade bonita dos corpos dançando, sempre foi

um admirador das formas do corpo humano, haviam atrativos em todas elas, os corpos roliços

cheios de texturas e carnes, as formas esguias, os músculos marcados delimitando caminhos,

as peles escuras e brilhantes, as rosadas, corpos lisos de uma graça quase adolescente, outros

peludos, adultos, lascivos, seios fartos, coxas grossas, bunda redonda, aquela dobrinha de

bunda um pouco caída que aparece por trás da buceta deixava ele de queixo caído, gostava de

um corpo maduro, mais disposto a aventuras.

Depois de algumas doses, alguns cigarros, de cuecas, arriscava uns passos de dança circulando

pela pista, sentindo o tesão que emanava daquele misto de cheiros, carícias e suores, a música

os jogava num embolado, a pista se transformava numa almôndega de gente se roçando, mãos

que se esparramavam pelos corpos, a volúpia tomando conta da cabeça, um pau crescendo

junto à bunda, peitos fartos que se enfiavam em sua boca, mãos negras e fortes o abraçando

pelas costas, uma boca carnuda e quente chupando seu pau, uma barba rala roçando o

pescoço, ele lambia uma buceta peluda que vibrava em sua língua, escorria um mel que ele

sorvia como quem chupa um favo, uma mão lhe puxa pelos cabelos, as mesmas que já

estavam brincando no seu corpo, um negro forte e musculoso apresentava seu pau, exitação

vencida pelo tesão que o invadia sentindo outra boca chupando suas bolas, o pau que pulsava

em sua boca em movimentos vigorosos, a água quente da jacuzi os envolvendo em bolhas, um

champagne gelado envolvendo a mente, um dedo entrando no cu, um espasmo de prazer, o

dedo dá lugar pro cacete, a cabeça entrando apertada, firme, uma tentativa de fuga dominada

pelas mãos fortes que seguram os quadris, um bafo quente que chega perto da orelha, um

arrepio que percorre a espinha, o corpo que amolece de luxúria, os peitos rosados e firmes

que o distraem, o caralho que bomba seu cu, a mão que masturba seu pau, a música que

martela em ritmo de safadeza os gemidos altos daquela que gozava na sua boca, o suor de

cheiro contagiante que escorria em suas costas, a força das mãos que o seguravam pelo peito,

o gozo que o domina quase o levando ao desmaio.

Uma pausa à beira do balcão, uma cerveja gelada, o ultimo cigarro, um sorriso no canto da

boca, o corpo ainda treme, as luzes piscam mais lentamente, a música tocando o ritmo das

conversas embriagadas, a porta que o jogava no fim da madrugada, passos lentos na calçada, o

mergulho no breu de um sono pesado.



Lu Metal é uma ativista, feminista, romântica incurável que acredita num mundo onde todos sejam livres, e enquanto isso escreve estórias.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Plus Sexy no pé da serra..........




Nesta sexta feira, dia 10 de junho tivemos o prazer de participar de um 
programa na tv web, o primeiro Reality chamado Eu Plus + da TV Pé da Serra 
com a querida Daphne Andreoni Villaescusa que é produtora de conteúdo, 
idealizadora e apresentadora deste projeto lindo que acompanha o processo de
reeducação fisica e emocional de três gatas Plus Sizes junto com uma 
equipe multidisciplinar de psicologo, personal, coaching, clinico ortomolecular, 
yoga, nutricionista e consultoria de moda.....ufa!!!! só os melhores para cuidar 
das lindas Amanda Campioni, Ana Rosa Ana Rosa K Santos e Samantha Paz, 
que contaram conosco para a realização de um ensaio sensual Plus Sexy com 
direção de Flavia Angi e foto de Keka Estelles. A locação foi na Serra da 
Cantareira em uma casa M A R A V I L H O S A , a casa da Lucy Ribeiro Leite 
Vernaglia, que ainda fez bolo de milho e um café que estavam deliciosos!!!! E o 
melhor de tudo isso é ver o depoimento das meninas!!!! Assista o making off 
feito pelo querido Mario Villaescusa. As Meninas vestem Fique Linda Lingerie.




terça-feira, 7 de junho de 2016

Conto da semana

por Lu Metal 



Casual...........

Uma balada, lugar legal, escurinho, cheio de gente, a música embala os loucos na pista, pessoas na fila do bar, luzes piscando, ela entra só e confiante, aquela noite prometia, amigos a esperavam lá dentro, nada podia dar errado, nada seria como ela planejara, de cerveja na mão, dançando era o único jeito de atravessar a pista, muita gente, gente bonita, um par de olhos castanhos encontrou os dela e ela perdeu o fôlego, ele era muito gato, charmoso a enlaçou numa dança irrecusável, braços fortes, da altura dela, cabelo castanho, barba rala que roçava em sua nuca, a música ficou mais lenta, os corpos mais colados, um perfume amadeirado com cheiro de desejo, a mão ficando boba, ela ficando mole, a pista ficando longe, o beijo ficando quente, as resistências sumindo, as regras também, as mãos dela dentro da camisa, as dele debaixo da saia, a loucura do desejo entorpecendo, nem lembravam que tinha gente em volta, abre o zíper, “quero te chupar” ela diz mordendo a orelha dele, “Vem pro canto” ele diz empurrando seu corpo contra a parede, o pau duro na mão, ela brinca, morde seu pescoço, escorrega, pau grande, gostoso, lambe a cabeça que pulsa na boca, desce a língua pelo tronco do pau, lambendo tudo, ele tem cheiro de tesão, cheiro forte, entorpecente, as bolas passam da mão pra boca, ela lambe e baba tudo, chupa uma, depois a outra, as duas na boca de uma vez, ele treme, bambeia a perna, ela vola a chupar o pau, enquanto ele entra todo na boca, sua língua brinca na cabeçona, ele tá quase gozando, ela para, faz cara de safada, sobe pra falar no seu ouvido, “Agora é sua vez, gostoso”,

“Safada” ele diz gemendo, mordendo de leve o lóbulo da sua orelha, ela suspira, ele vai, a língua quente e gostosa brincando no seu grelo, lambendo rápido, martela num rítmo, como quem come um pêssego ele sorve seu gozo que escorre, a língua entra mais fundo, o nariz mergulha na boceta, o cheiro dela o deixa transtornado, cheiro de sexo, cheiro de vontade, ele a senta na caixa de som, altura boa, certinho pro encaixe, ele a penetra e ela grita, o som alto, as luzes girando, ele bombando forte, as mãos apertando os mamilos, a festa rolando como se eles não existissem, o êxtase chega no ritmo do som, eles tremem juntos, o beijo sela o gozo, eles riem, ele vai ao banheiro, ela vai pro bar, os amigos aparecem, a balada segue.


Lu Metal é uma ativista, feminista, romântica incurável que acredita num mundo onde todos sejam livres, e enquanto isso escreve estórias.


quarta-feira, 18 de maio de 2016

Um final de semana qualquer

 por Lu Metal




Um fim de semana de descanso, finalmente! Toda atrapalhada com mala e mochila ela entrou na recepção da pequena pousada onde iria passar os próximos dois dias, deu um encontrão numa mulher, outra hóspede, talvez, se desculpou meio atordoada com o perfume que sentiu, um breve momento, uma troca de olhares, um arrepio de interesse, “Que gostosa!” pensou olhando-a se afastar. A manhã estava quente, ela não queria perder tempo, Kátia jogou suas coisas no quarto, se trocou e foi para a piscina, sentou-se olhando em volta e percebeu na cadeira ao lado a moça que esbarrou quando chegou, tinha um corpão, redondo, tatuado, seios grandes e olhos azuis, um olhar felino que a instigava. Ela viu que Kátia estava olhando e cumprimentou, seu nome era Cindy, tinha um sorriso provocante, engataram uma conversa deliciosa, dessas que a gente nem vê o tempo passar, o sol forte as levou para o bar e entre drinks e toques a conversa foi relaxando, Kátia percebia que Cindy é daquelas que gosta de insinuações maliciosas, tinha um charme irresistível e envolvente, a fazia se sentir como num embate, a cada momento, a cada gole, a cada gesto dela aumentava em Kátia uma vontade insana, desejo que ia queimando na pele.

Cindy olhava para aquela mulher do outro lado da mesinha, um tipo atlético, traços fortes, lábios carnudos, inteligente e despachada, percebeu de cara o ritmo que queria dar para a ocasião, era rápida de flerte e divertida, e tinha um jeito tão sexy de mexer o drink com a ponta dos dedos finalizando com uma lambida que dava até uma tremida por dentro, estava fazendo um esforço sobre humano para se concentrar na conversa, a bebida já estava dando aquela tonturinha, “Melhor pedir alguma coisa pra comer, não acha?” perguntou meio que interrompendo o rumo da conversa. Elas almoçaram e saíram para uma caminhada, a tarde estava gostosa e a pousada tinha um jardim bastante convidativo.

O perfume inebriante das flores as invadia, o vento quente do fim de tarde, o tesão que ultrapassava os limites saindo dos olhares e se espalhando em carinhos, uma ajeitada de cabelo, a mão que escapa ao controle e passeia pelo rosto, colo, braço e se entrelaça, o caminho tortuoso do jardim que percorria ladeado por árvores, flores e os chalés espalhados pelas vielas, o caminho quente do desejo que as levou para o quarto de Kátia.

Agora o tempo estava fresco, pela janela entrava uma brisa com cheiro de primavera, a porta se fechou com a pressão de seus corpos que se atracaram num beijo demorado, cheio de desejo, as línguas passeando pelas bocas, lábios, a orelha ganhando mordiscadas suaves, as roupas tiradas com pressa, Kátia lambia o corpo de Cindy, sua língua escorregava pelos seus mamilos enquanto as mãos os seguravam com um misto de maciês e força, Cindy se esparramava pela cama, ondas de prazer percorriam todo seu corpo, as mãos safadas de Kátia tiravam vagarosamente sua calcinha, a boca respirava forte chegando na buceta, ela gemeu quando sentiu a língua quente lambendo seu grelo, lambendo toda a sua buceta, mordendo os lábios, deslizando em movimentos firmes e compassados a fazendo escorrer de gozo, ela gritou quando sentiu os dedos entrando pela buceta babada, escorregando e pressionando os pontos certos, a língua a levando à loucura, ela gritava, seu corpo tremia, como se estivesse passando por uma sucessão de orgasmos infinitos, sua mente se desfalecia de tesão, Kátia mordia suas coxas, sua bunda, subia mordiscando e lambendo por toda a sua barriga, Cindy a envolveu num abraço, passeando suas mãos pelas costas dela, arranhado de leve, causando arrepios gemidos em seus ouvidos, seus corpos suando e se enrolando como numa dança de prazer, um tesão cheio de cuidado, que explora todos os sentidos, Cindy lambia os dedos do pé de Kátia olhando-a com uma cara safada, suas unhas arranhando todo o comprimento da perna, as mãos apertando suavemente as coxas os dedos passeando pelo cu, sua boca que descia num cheiro que acabou na buceta, cheiro de gozo doce e suor salgado, a mistura que enchia sua boca de sabores lascivos.
Kátia beijava seu pescoço e sussurrava em sua orelha, as mãos de Cindy seguravam seus seios enquanto ela chupava seus mamilos como quem sorve o suco de uma manga madura, elas estavam totalmente entregues ao tesão, nada mais existia a não ser a descarga elétrica que possuía seus corpos.

Deitadas lado alado, ainda com a respiração arfante elas se entreolharam rindo.


Lu Metal é uma ativista, feminista, romântica incurável que acredita num mundo onde todos sejam livres, e enquanto isso escreve estórias.



segunda-feira, 9 de maio de 2016

Contos eróticos da Lu metal



Um segredo no centro da cidade



Ele chegou ao local combinado meio desconfiado, uma casa pequena, meio bucólica, feita num estilo que há muito não se via mais, escondida numa vila perdida no centro da cidade, quase um pedacinho de passado trancado no meio da modernidade das construções de concreto. Um portãozinho de ferro que rangia alto ao ser aberto, ele olha à sua volta, nada, nenhuma alma, o lugar parecia meio abandonado, com um pouco mais de medo ele continuou, uma escadinha que descia para um subsolo, poucos degraus, uma porta semi aberta dava para um porão escuro, vazio, ele mal conseguia enxergar os contornos do ambiente, foi entrando com passos curtos, como que tateando para entender o local, a curiosidade estava vencendo o receio, as promessas para aquele encontro o atraiam mais que o medo de que algo ruim pudesse acontecer, ele seguia pela sala, uma luz avermelhada iluminava uma porta, ele seguiu, sua respiração alterada mostrando a apreensão e a ansiedade, pensava nas mensagens recebidas durante a tarde, aquelas promessas o deixaram louco, era isso que empurrava o medo pra longe e fazia seu corpo pulsar na expectativa enquanto atravessava aquela sala escura.

_Hey! Tem alguém aí? – sua voz saia rouca, mais baixo do que pretendia

Chegou até a porta, parou diante do beiral, da parede oposta pendiam algemas, um chicote caído no chão, vários outros assessórios espalhados pelo quarto, em cima de uma cadeira peças de roupa, um espartilho, meias, botas de salto alto, ele deu umas batidinhas na porta, colocando só a cabeça pra dentro do ambiente iluminado fracamente pela luz avermelhada, sentiu algo em suas costas, não deu tempo de reagir, um capuz cobriu seu rosto, braços fortes o seguravam pelo pescoço

_Calma... – ele soltou como um gemido tentando se opor à força que apertava sua garganta – calma... eu fui convidado ... argh, me solta...

Ele tentava se soltar, enxergar alguma coisa por debaixo do capuz, se debatia, conseguiu ver só a pele negra de um antebraço musculoso, o ar faltava, ele era empurrado para dentro do cômodo, jogado no chão.
A porta bateu.

_ Chhhhhh, calma garoto – uma voz sensual falou, ele se viu solto e tirou o capuz, sua garganta doía, não havia ninguém no quarto.

_ Vista-se – a voz ordenou
_Não – ele respondeu num tom ameaçador se levantando do chão – Quero ir embora, abra essa porta ou eu... – tateando seus bolsos ele percebeu estar sem a carteira ou o celular que carregava, ficou mais nervoso ainda – Não vim aqui pra ser roubado – gritou

_Cala boca mocinho, você não é nenhum amador que eu sei – disse a voz num tom debochado – Vista-se ou meus amiguinhos vão fazer isso por você, você quer ajuda, bonitinho?

Ele andou até a porta fechada, forçou para abri-la, mas estava trancada, foi agarrado por trás e puxado, duas figuras fortes, dois negros esculturais o seguravam, sua boca foi amordaçada, sua roupa arrancada, ele foi algemado na parede, os dois o alisavam e caçoavam dele enquanto o vestiam com a roupa de putinha barata, era assim que se referiam a ele agora, putinha barata, ele não se debatia mais, tentava entrar no jogo, pensando numa maneira de escapar dali, não foi esse o combinado, ele marcara com aquela famosa que dançava pra ele quase todas as tardes pela internet, os caras fortes, negros como ébano, suados de tanto fazer força para conte-lo, tinham um cheiro forte, um cheiro tesudo, estavam brincando com ele agora, o viraram de frente para a parede.

_Tá mais calminho agora né bonitinho? – a voz falava perto dele, ele sentiu o hálito quente próximo ao rosto, sua cabeça pressionada contra a parede, várias mãos pelo seu corpo, uma língua no seu cu

_Meninos, podem brincar que eu quero ver essa putinha barata se gemendo toda, disse a voz, estalando um chicote.

Ele a viu sentada numa chaise longue, vestida de um colant, seu corpo esguio delineado pelo couro preto, meia arrastão até a altura das coxas presas por uma liga, as pernas longas, coxas grossas, salto alto, sentava com as pernas abertas, desleixada, com um risinho malvado de canto dos lábios vermelhos, ele foi colocado de bruços sobre a chaise bem à frente dela, seu rosto em meio às suas coxas, dava pra sentir o cheiro da buceta excitada brilhando úmida bem perto de seus olhos, um dos negros segurou sua bunda, abrindo as bochechas e lambendo, aquela língua grande, áspera lambuzava seu cu, ele deu uma gemida e sentiu a cabeça do pau encostando, abrindo espaço para entrar deslizando na baba, ele tentou se mexer mas foi seguro pelo outro negão, esse ainda mais forte, seus músculos rijos como fosse uma estátua de ônix seguravam suas costas.

Ela riu alto e o encarou segurando seu queixo

_Relaxa seu gostoso, relaxa que a brincadeira vai começar – com a outra mão ela segurava o cacete do cara, grande duro, preto, ela brincava batendo na cara dele o pau do nego, aproximava seu rosto forçando a lamber aquele pau, ela lambia junto, suas bocas se tocavam, as mãos grandes do negro segurava suas cabeças incentivando-os a chuparem juntos aquele pau que pulsava mostrando as veias latejantes.

Ele sentiu a dor aguda e prazerosa do pau fodendo seu cu, já estava mole, delirante naquela zoeira toda, o tesão dominava seu corpo, os cheiros, a buceta dela escorrendo gozo enquanto se deliciava no pau do outro cara, a mão empurrando sua cabeça para que a chupasse, o suor do negro escorrendo pelas suas costas.

Eles o deixaram mais livre, e as trocas foram acontecendo, os suores aumentando, os cheiros se misturando, ele agora sentado, gozado, seu pau duro, rosa, grande, cabia inteiro na boca, ela chupava gostoso, com vontade, lambia tudo desde o saco, engolia as bolas dando uma sugada forte, abocanhava a cabeçona que babava dando sinais de que ia explodir de porra. Ela sentou-se por cima dele sentindo o cacete entrando fundo, mas ela queria mais, chamou um dos meninos de ébano para entrar em seu cu, os dois ao mesmo tempo, bombando forte, ela urrava de tesão, quase desmaiando de gozo, ele chupava seus peitos, o nego batia em sua bunda, era muita mão, muita saliva, muita porra, muito tesão.


Ele saiu pelo portão rangente já de madrugada pela vila deserta, caminhando pelo centro da cidade.



Lu Metal é uma ativista, feminista, romântica incurável que acredita num mundo onde todos sejam livres, e enquanto isso escreve estórias.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Este está picante!!!! 

(corações fracos não entram....)

     






Contos Eróticos da Lu Metal


Carnaval

O carnaval amanheceu num céu azul e um sol que prometia calor de sobra. A cidade que mal se acostumou com o carnaval na rua estava experimentando dias de libertação gloriosa com as ruas dominadas pelas pessoas assanhadas em busca de diversão e libertinagem.
Sol a pino, um calor de uns 40 graus, uma pequena multidão de gente muito alegre dançando atrás do bloco. Transformando em literal a letra da música que mandava todo mundo se embolar em chuva, suor e cerveja, é certo que a chuva era apenas um dos desejos do bando folião, à flor da pele coberta de suor e glitter os desejos transpiravam.
Na festa onde a lascívia é temática, corpos suados se esfregando embriagados, seminus brincando de se provocar seguiam tresloucados pela avenida. Ali no meio, 3 figuras perdidas no tumulto, sem saber serão personagens centrais dessa estória. Ela, alta, morena, magra, coberta por uma cabeleira cacheada que molhada colava no corpo que vestia somente um top e um shortinho, deixando à mostra como uma asa delta as alças da calcinha, provocativa como uma periguete em baile funk, ali sambava jogando uma garrafa de água gelada na cabeça, espantando o calor, espalhando o glitter que cobria o corpo aumentando o dourado que bronzeava a pele e aumentando ainda mais a sensualidade. Ele, branquinho, mas ostentando um bronzeado bonito, não muito alto, músculos definidos, peito com poucos pelos, canela fina, mas a perna gostosa e uma bundinha linda. Usava um vestidinho de chita, saia curta rodadinha mostrando a calcinha fio dental, uma meia que vinha até o meio das coxas, rasgada desfiada, feito uma putinha rodada de beira de estrada. Um pouco mais adiante ele, objeto do desejos dos outros dois, negro, alto, brilhava seus músculos torneados como se fosse uma escultura feita em ônix, rosto de traços delicados, cabeça careca reluzente, espaldar aberto, pernas grossas, vestia um sarongue com padrões africanos, era quase uma entidade de tão belo.
Cada vez mais embriagados tanto do excesso de cerveja quanto do embalo pagão da festa, ali soltos se embolando, desejando, suando, beijando, perdidos descendo a Avenida Rio Branco. A putinha toda assanhada apalpava os corpos ao seu redor, foi se chegando sorrateiramente pros lados do negão que já a observara. No embalo do divino e maravilhoso não prestavam nenhuma atenção, só queriam mesmo era ver o refrão, ele levantava sua saia roçando o volume cada vez mais firme sob o sarongue, segurando os quadris rebolantes do branquinho todo serelepe na pele de rameira. A periguete enquanto isso observava divertindo-se com a cena sambando no meio da rodinha de gostosos.
Chegando no Paissandu a brincadeira já estava pegando fogo, o negão também descobriu a periguete e o trio se divertia explodindo sensualidade e tesão já meio esquecido do bloco, se desviou prum canto sossegado, buscando mais cerveja, um baseado e menos olhares.
O branquinho, todo tesudo e galante os levou a um hotelzinho de quinta ali na S. João onde a festa, agora atrás de portas fechadas caiu na libertinagem.
_tá assanhada hoje né putinha, a periguete falou agarrando o branquinho contra a parede lambendo e mordiscando sua orelha enquanto sussurrava
_estamos sua gostosa, ele falava e arrancava o top e lambia seus peitos suados, levantando o braço para sentir seu cheiro.
O negão que não era de muita fala, se chegou no meio, lambendo primeiro a nuca do branquinho depois a língua dela.
Deslocaram-se para a cama, se despindo aos poucos, se excitando muito, ela se escorregando pela cama enquanto tirava o shortinho, ele vindo de gatinho por cima cheirando e lambendo sua buceta, que a essa altura já escorria gozo, foi impedido pelo negão de tirar o vestidinho
_fica com ele, quero comer seu cu assim putinha vadia, falou ando um tapa em sua bunda e arrancando a calcinha como se fosse um trapo. As mão fortes seguravam seu tronco, abriam suas pernas alisando como se admirasse um pernil no açougue. O cacete grande, preto, duro, ia entrando, abrindo espaço, penetrando num misto de dor e gozo, ele geme
_geme, geme seu gostoso, a periguete fala enquanto se arrasta por baixo dos dois e vai lambendo o corpo, o pau duro quase gozando do branquinho, as bolas do nego batendo na sua testa e as do branquinho na sua boca, sugando forte.
_Tá gostoso né sua puta, diz o nego dando um tapa forte na bunda do branquelo, bombando o cacetão cada vez mais forte, enfia essa cara na buceta que eu quero ouvir essa periguete gritar com minhas bolas na boca.
Ela se contorce de gozo, quase sufocando com a boca cheia do saco preto, o branquinho quase sufocando de gozo com cacete no rabo e a boca na buceta, o negão bombando a pica forte.

O suor escorrendo pelos corpos moles de prazer, derretendo eles se embolam pela cama, o negão agora quer a mina, o branquinho também, eles se embolam a penetrando por todos os buracos, um lambendo seus peitos outro sua nuca, as bocas se misturando numa sopa de baba, ela se enchendo de porra pelo cu e pela buceta, dois paus gigantes, três corpos misturados como um caldeirão libertino.

Lu Metal é uma ativista, feminista, romântica incurável que acredita num mundo onde todos sejam livres, e enquanto isso escreve estórias.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Mais um conto erótico da nossa querida Lu Metal............delicia!!!!


Cidade Grande


               Cidade grande, fim de tarde, correria, todo mundo corre, corre pra pegar o trem, o metrô, o ônibus, corre pra chegar em casa, pega fila, muita gente, gente por todos os lados, quase ninguém se vê, todo mundo tem pressa, todo mundo tem alguma coisa melhor pra fazer, pensar, viver que não seja aquilo.
Ela conseguiu um lugar pra sentar, muita sorte, aquele metrô cheio, sentou, olhou em volta, segurou os cabelos abaixando a cabeça, procurando o celular na bolsa, quando notou no canto oposto do vagão o moço olhando na direção dela, disfarçou olhando pro celular e o procurando de rabo de olho, “será que ele tá olhando pra mim?” pensou, “ bonitão ele, não deve ser pra mim, mas ele não para de olhar pra cá”. O moço, olhos castanhos, olhar sedutor, talvez da mesma altura que ela, tronco largo, peito aberto, uma camiseta azul clara com gola V que deixava ele muito bem, calça jeans marcando uma bunda deliciosa, “gostoso!”, pensou virando o rosto correndo com um sorrisinho, “ele me viu olhando”.
Ele entrou no metrô seguindo o fluxo, a manada de gente que segue, um atrás do outro, aquele bando de gente sem rosto brigando pra conseguir menos de um metro quadrado de espaço no vagão.  Olhou em volta, viu a moça sentando-se do outro lado do vagão, “gostosa”,
Cabelos encaracolados, corpo magro, peitinho, bundão redondo, “Do jeito que eu gosto”, não tirava o olho dela, percebeu que ela estava retribuindo olhares, tímida e já estava pensando em como chegar mais perto, adorava esse charme tímido, isso o instigava, já tinha esquecido até do destino, agora ele queria chegar mais perto dela. Já imaginando seu cheiro, sua pele, sua voz.
Ele não parava de olhar, e ela retribuindo, agora estava se divertindo com o flerte, pensando naqueles braços a envolvendo, aquela barbinha por fazer roçando no pescoço, vagou um lugar do seu lado, ele se mudou imediatamente, os alto-falantes anunciavam a próxima estação, “Droga, vou descer na próxima estação!” pensou ele sentando-se ao lado dela, “que cheiro bom o dele” pensou ela sentindo o aroma que se desprendia do seu corpo.
A porta fechou, ele respirou fundo, olhou pro lado, ela olhou pra ele
_Vou descer na próxima parada, vem comigo.
Levantou-se e foi pra porta.
Atônita, ela ficou paralisada uns segundos, perdida entre a vontade de levantar e ir atrás, e a perplexidade que a mistura arrogante, meio petulante e incrivelmente charmosa desse cara, essa boca dele, o olho faiscante olhando direto no seu, “Que tesão” ela pensou, “Ah, foda-se, eu não vou perder uma transa por conta de pensar demais”.
A porta abriu, ele saiu, ela foi atrás, ele não olhou pra trás nenhum momento do trajeto, como se tivesse certeza de que ela vinha, ela andava atrás entre o tesão e a raiva, ele parou em frente um portão, olhou, deu um sorrisinho cínico, certeiro, e entrou.
Ela foi atrás, subiu uma escada que levava à um quarto independente da casa, no andar de cima, uma casa legal, um jardim, um pé de maracujá, entrou no quarto, fechou a porta atrás de si, largou a bolsa num canto, quarto amplo, uma TV, uma cama grande, ele se aproximou num ímpeto, beijo bom, mãos firmes que a seguravam forte, pegada, saliva, sem roupa se jogaram na cama, ele a lambia com fome, e, nossa, fazia isso muito bem, ela gemia alto, ele subiu lambendo sua barriga, ela transpirava, pegou seus peitos, seu toque era firme e delicado, ele chupava seus mamilos, ela suspirava e gemia baixinho, puxando sua cabeça, querendo sua boca, lambia e mordiscava sua orelha, a barba arranhando seu queixo, seus corpos suados colando, o movimento ganhando ritmo, o pau grande dele entrava nela abrindo espaço, chegando fundo, o tesão os invadia, chegando naquele ponto  que nada mais importa, o gozo tomando o cérebro, eletricidade correndo nas veias, ele sussurrava sacanagens em seu ouvido enquanto bombava, sua buceta escorria, o gozo quente se misturando aos suores, pentelhos se entrelaçando, o cheiro de sexo, ela gemia alto.
_geme sua safada, gosta da rola grande né?
_ gosto, mete, mete gostoso esse pausão, me faz gozar gostoso

Ele a virou de quatro, ajeitando seu corpo já mole de prazer solto em suas mãos, se encaixou nela, roçava sua barba em suas costas, cheirava seu corpo suado como quem cheira uma fruta saborosa, mordia seus ombros subindo em mordiscadas leves até a nuca, seu pau entrando de vagar pelo seu cu, suas mãos firmes conduziam seu quadril, o cacete entrava, ele respirava forte, suas mãos brincando com seu grelo, ela gemia, ele bombava e a massageava, ela gritava de tesão
_ vou gozar

Eles falaram quase em coro, seus corpos quase desfalecidos esparramaram-se pela cama, arfando, como que percorridos por um choque de 220 volts.


Nenhuma palavra, ela se levantou, se vestiu, deu-lhe um beijo na boca e se foi.



Lu Metal é uma ativista, feminista, romântica incurável que acredita num mundo onde todos sejam livres, e enquanto isso escreve estórias.

segunda-feira, 11 de abril de 2016


Sobre Meu Ensaio Plus Sexy







"Este foi o presente que ganhei do meu marido. No começo achei fazer um ensaio sensual um pouco constrangedor. 

Mas com a ajuda destas profissionais maravilhosas, percebi que o ensaio é muito mais do que isto. Pelo olhar do outro nas lentes, pela descontração que esta  equipe maravilhosa me proporcionou na hora das fotos, tenho a dizer que foi uma experiencia única e maravilhosa.

Todas as mulheres deveriam fazer um ensaio sensual que significa muito mais do que fotos: significa melhorar relacionamentos, auto estima e conhecer melhor seu próprio corpo. 

Vamos celebrar a vida! Venha ter esta experiência também!"

Patty

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Sobre um final de semana erótiKo


Erotika fair 2016
por Lu Metal

Cheguei para a minha primeira Erotika Fair como quem chega à Disneylândia, pronta pra
ver e experimentar tudo o que desse, e doida pra correr e vir contar tudinho pra vocês.
Começando nas preliminares fui olhar os produtos da Pepper Blend, que tem uma linha
muito legal de comestíveis, produtos para sexo oral, desses que a gente sente uma
sensação geladinha, ou bem quente, a novidade desse ano é o gel Fusion, que é feito
com jambu, uma plantinha mágica que deixa a boca eletrizante, estimulando as mucosas
tanto da boca como também em todos os outros lugares do corpo, pra deixar o sexo oral
melhor ainda, a sensação é tão boa que eu uso mesmo quando estou sozinha pra fazer
aquela siririca caprichada.



Falando em siririca cheguei babando no stand da Doce Sensualidade, uma loja maravilhosa que fica na Vila Mariana em SP e também no http://docesensualidade.com.br/
O conceito dessa sex shop é totalmente inovador, um atendimento direcionado para que até os mais tímidos se sintam à vontade, já eu que sou mais atiradinha me esbaldei conhecendo um mundo de vibradores e masturbadores deliciosos e melhor com preços legais viu!


Das coisas que me deixam mais doida são as roupinhas, lingeries e acessórios de Fetiches
para dar aquele climão burlesco, adoro uma safadeza temática e às vezes até me arrisco num BDSM, sabem aquela coisa de chicotinho e algemas, porque a fantasia não tem
limites!
A Doce Sensualidade tem uma variedade tão ampla de produtos que nem consegui fazer
uma seleção de tops pra comentar aqui, a dica é vocês irem conhecer a loja toda!

E já que chegamos no mundo das fantasias parei pra conversar com a Mayanna
Rodrigues, quem gosta de curtir um pornô certamente já ouviu seu nome, ela agora está
com uma produtora, a We Porn, que propõe um uma nova estética pornográfica, com
filmes mais orgânicos que agradam publico de todos os gêneros, eu achei genial, porque
vamos combinar né amigas, tem horas que cansa de ver aquele pornozinho básico
repetitivo, a gente quer ver o tesão na tela numa cena legal não é mesmo?



Por isso que tanta gente ama o Sex Log, um dos stands mais movimentados da feira, e um portal que proporciona o encontro tanto real quanto virtual de uma galera que curte
uma safadeza, ou mesmo que só quer abrir a sua câmera e conhecer gente boa. Durante
a Erotika Fair 2016 o portal levou varias atrações para seu stand, com demonstrações ao
vivo na internet e conversas com muita gente interessante.
E passeando pelos stands da Erotika Fair 2016 conheci a Paula Ferrari da ONG Essas

Mulheres, criada pela Marcia Gori em São José do Rio Preto, interior de SP, a ONG tem
como um de seus objetivos a inclusão de pessoas portadoras de deficiência no mercado
de entretenimento. http://www.essasmulheres.org/

A Paula, que junto com a empresa THEA eventos, capacita portadores de deficiências
para trabalhos em eventos e feiras, como a Erotika Fair, valorizando a capacidade
profissional acima de qualquer deficiência.
A THEA trouxe para a feira diversos profissionais, trabalhando da recepção à produção, e também participando dos desfiles, como a Gata de Rodas que arrasou no espaço
fashion, junto com os Striper Boys e as gatas plus da QueseDanis esbanjando simpatia

desfilando os modelos sensualíssimos
da Fique Linda Lingerie especialista em deixar toda gata ainda mais sexy.
Falamos sobre muita coisa, principalmente o fato de que estamos mudando aos poucos
nossa visão de mundo, e enxergando a beleza também na diferença, pois existe sim muita beleza e sensualidade em todos nós.
Foi bastante legal ter participado da Erotika Fair 2016, entrar mais em contato com o mundo onde sexo é divertido e natural, conhecer produtos que deixam nossa vida mais

quente e saborosa porque nada mais legal do que brincar e estimular nossas fantasias, e
não percam no ano que vem, eu certamente estarei lá de novo!


Edição e Direção: Flavia Angi
Foto: Plus Sexy/ Keka Estelles

QueseDanis: https://www.facebook.com/quesedanis/
Striper Boys: http://striperboys.blogspot.com.br/
Gata de Rodas: https://www.facebook.com/gataderodas
Pepper Blend: http://www.pepperblend.net/produtos/1
Fique Linda Lingerie: http://www.fiquelindalingerie.com.br/
THEA: http://www.theaeventos.com.br/
ONG Essas Mulheres: http://www.essasmulheres.org/
Doce Sensualidade: http://docesensualidade.com.br/